Polícia lança cartilha contra crimes virtuais

21/02/2009
Fonte: 
http://www.jornalcoletivo.com.br/?idpaginas=15&idmaterias=401191
Autor: 
Jornal Coletivo
Veículo de Imprensa: 
Veículo Nacional

A Polícia Civil acaba de lançar, no DF, uma cartilha com dicas e orientações na prevenção dos crimes cibernéticos  planejados, realizados e difundidos no ambiente virtual que foi  elaborada pela Divisão de Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia (Dicat). Além disso, a cartilha fornece orientações de como as pessoas devem agir ao fazer compras virtuais, informar dados pessoais, documentos e, ainda, confirmar a compra das mercadorias pela rede.

Também são destacados no texto, acesso a links, mensagens, comunidades virtuais ou até mesmo instituições bancárias, que geralmente são alvo de fraude por parte dos internautas. Os perigos da navegação e a necessidade de monitorar crianças e adolescentes durante o acesso a sites e páginas com conteúdo inadequado também são temas abordados  pela  cartilha que pode ser encontrada, acessando o site: www.pcdf.df.gov.br.  

Este tema vem preocupando,  as autoridades em todo o mundo, a ponto de já ter sido criado o Dia da Internet Segura que, desde 2004, é comemorado a 10 de fevereiro. Este ano, o Brasil e mais 64 países participaram do evento. “Os organizadores acreditam que parcerias entre atores institucionais, públicos e privados são fundamentais para garantir o uso positivo dessas novas tecnologias, bem como reduzir os riscos decorrentes de comportamentos perigosos ou abusivos”.

Esta informação foi dada pela SaferNet Brasil que é uma associação com atuação nacional, sem fins lucrativos ou econômicos, fundada em 2005, por um grupo de cientistas da computação e também voltada ao combate à pornografia infantil.

Ainda segundo a entidade, o crime virtual mais comum, atualmente, é o roubo de identidade. Com ele, pessoas mal-intencionadas se apoderam de informações da vítima para fazer compras on-line ou realizar transferências financeiras indevidas, mas, embora em uma proporção menor, estão crimes como pedofilia e difamação. Segundo a polícia, as pessoas que usam a informática para roubar identidades podem responder por estelionato, furto mediante fraude, intercepção de dados, quebra de sigilo bancário e formação de quadrilha.