Jorge Barbedo de Almeida é farmacêutico e diretor de imprensa do Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo. Sua decisão em lançar candidatura ao CGI.br se baseou na intenção de realizar um trabalho político e social mais abrangente, atingindo não só a sua categoria. Entre suas propostas está a atuação do Comitê na área da saúde, como no apoio psicológico a vítimas de violência na internet.
Jorge admite ainda conhecer superficialmente a atuação do Comitê, mas vê como prioritário o aprofundamento da discussão sobre punições a violações aos Direitos Humanos. Outra questão é a criação de parcerias entre CGI.br e associações de profissionais da área de saúde para que possa ocorrer a prestação de ajuda presencial a vítimas de crimes cibernéticos.
A proposta de Jorge na área é o lançamento de campanhas junto a escolas, associações de bairro e sindicatos para que as pessoas se informem sobre os perigos da internet e como evitá-los.
É a favor do fomento a pesquisas sobre mecanismos de segurança na internet, como bloqueadores de sites mais eficientes, por exemplo. Acredita também que se deva criar meios de rastrear a identidade de usuários no caso de uma investigação. Em sua opinião, uma vigilância mais intensa da internet é positiva (ele cita o exemplo do que ocorre nos Estados Unidos), mas pensa que ainda é cedo para marcar posição, já que existe um limite tênue entre segurança e censura. A participação do CGI.br em instâncias internacionais seria importante para a troca de experiências e para decidir o modelo de segurança a ser utilizado no pais.
Defende a idéia de que o CGI.br faça uma campanha na mídia sobre sua atuação, convidando também a sociedade civil a participar das discussões. Isso contribuiria para o estreitamento do diálogo com o terceiro setor, que ele entende como fundamental para que o Comitê possa tratar das demandas das organizações.
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